metro3

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  • 22 de dezembro de 2014

    A cassação de deputados e senadores enrolados no Petrolão pode ser inviabilizada por uma antiga regra, não escrita, que já livrou muitos deles da perda de mandato: ninguém é punido por quebra de decoro sobre fato ocorrido em legislaturas anteriores. Segundo essa regra, ficariam livres de processo toda a Câmara e um terço do Senado, que em fevereiro tomam posse de mandatos obtidos nas últimas eleições.

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  • A regra de não cassar por fato ocorrido antes do mandato livrou vários mensaleiros cujos processos foram adiados para a legislatura seguinte.

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  • O procurador-geral Rodrigo Janot já avisou que somente em fevereiro, após o início da próxima legislatura, denunciará a bancada do Petrolão.

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  • A deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), enrolada no escândalo da Caixa de Pandora, livrou-se da cassação usando a “regra não escrita”.

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  • A regra fez a Câmara “cozinhar” a cassação de Genoino e João Paulo, do PT-SP, Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

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  • Após pedir audiência ao Planalto, o banqueiro bilionário André Esteves, do BTG Pactual, aguçou a curiosidade do mercado por várias razões: a incorporação do BTG pelo Bank of America, oficialmente negada; a tentativa de captar recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para salvar sua Sete Brasil, e do BNDES para resolver problemas da BR Pharma, que acumula prejuízo de R$ 400 milhões.

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  • Na campanha presidencial, o banqueiro André Esteves criticou até os problemas de gestão do governo Dilma, mas na hora do aperto…

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  • O Listão do Petrolão do ex-diretor Paulo Roberto Costa não causou grande surpresa, até porque quase todos são os suspeitos de sempre.

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  • No PT e no PMDB, a expectativa mesmo é com o Listão do megadoleiro Alberto Youssef. Pode chegar a 70 parlamentares.

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  • Por ter sido o primeiro a confirmar presença, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, será o primeiro a cumprimentar Dilma na posse, dia 1º. A empresa dele fabrica a marca contrabandeada de cigarros mais vendida por aqui, sem que o governo brasileiro tome providências.

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  • Os salários dos funcionários do Banco do Brasil perderam mais de 15% do poder de compra desde 2003, início do governo Lula. O menor salário inicial na época correspondia a 3,3 mínimos. Está hoje em 2,8.

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  • A gigante de remédios brasileira Eurofarma quer investir na falida Venezuela, para dominar o continente. É tanta a fé no sucesso, que a Cristália, que integra a holding, doou R$1 milhão à campanha de Dilma.

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  • Empresa de plásticos em Camaçari (BA), a Sansuy está mal, em recuperação judicial, mas está entre as empresas financiadoras da reeleição de Dilma. O passivo em 2013 era de R$ 374,6 milhões.

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  • Enrolado no escândalo Caixa de Pandora, o ex-procurador-geral do Ministério Público do DF, Leonardo Bandarra, esteve na repartição que chefiou formalizando pedido de “auxílio-moradia”.

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  • Com denúncias pipocando sobre esquema de corrupção na Petrobras, a cúpula do PMDB acredita que são inevitáveis mudanças no esquema de financiamento de campanhas, ainda no 1º semestre de 2015.

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  • Está na beiradinha do telhado a indicação do presidente da Câmara, Henrique Alves, para assumir ministério no segundo mandato de Dilma. Ele apareceu no primeiro Listão do Petrolão, divulgado na sexta.

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  • O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) critica o “PSDB e o PSB, que enterraram a proposta Saúde Mais Dez”, defendida por Aécio Neves e Marina Silva nas eleições deste ano: “Esses partidos são o PT ontem”.

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  • …os enrolados no Petrolão fizeram a primeira opção da célebre frase de Stanislaw Ponte Preta: “Locupletemo-nos todos ou restaure-se a moralidade”.

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