metro3

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  • 23 de outubro de 2014

    A começar pelo presidente do PT, Rui Falcão, que espuma de raiva quando se refere ao juiz federal Sérgio Moro, aquele que desmantelou o esquema de corrupção instalado na Petrobras em 2006, no governo Lula, até metade do governo Dilma, o PT decidiu representar contra o magistrado no Conselho Nacional de Justiça. As críticas a Moro já foram rechaçadas por entidades de magistrados e de procuradores.

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  • O PT acusa Moro de “vazar depoimentos”, na verdade públicos, do ex-diretor Paulo Roberto Costa e do megadoleiro Alberto Youssef.

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  • As gravações dos depoimentos de Paulo Roberto e Youssef não estavam protegidas por sigilo, como a própria Justiça já esclareceu.

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  • Os advogados do PT tentam construir a alegação de que o juiz “beneficiou” a oposição, ao autorizar a divulgação dos depoimentos.

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  • O advogado Antônio Figueiredo Basto pedirá ao juiz Sérgio Moro para cancelar a ida de Youssef à CPMI do Petrolão: “Seria perda de tempo”.

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  • A presidenta Dilma sinalizou a assessores próximos a intenção, caso vença domingo, de demitir o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) e nomear o deputado paulista Ricardo Berzoini (PT), atual ministro de Relações Institucionais. Ele entende tanto de Comunicações quanto de Previdência (pasta que ocupou no governo Lula), ou seja, quase nada, mas conquistou a estima e a confiança de Dilma nos últimos meses.

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  • Paulo Bernardo e a mulher, Gleisi Hoffmann (PT-PR), foram acusados de receber R$ 1 milhão do esquema de corrupção na Petrobras.

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  • A denúncia contra Paulo Bernardo e Gleisi foi do operador do esquema de dinheiro roubado da Petrobras, o ex-diretor Paulo Roberto Costa.

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  • A gestão de Berzoini na Previdência foi marcada pela crueldade de obrigar velhinhos a se recadastrar pessoalmente em postos do INSS.

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  • O candidato tucano Aécio Neves sonha com um apoio que pode ser decisivo, na reta final da campanha: Joaquim Barbosa, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal que o PT trata como inimigo nº 1.

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  • O governador fluminense Luiz Pezão (PMDB) ficou revoltado quando soube que Paulo Roberto Costa o citou entre beneficiados de doações. Ele disse que manteve relacionamento rigorosamente institucional com o ex-diretor da Petrobras, e deverá processá-lo na Justiça.

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  • Relatório preliminar da empresa Sedek Tecnologia & Informação aponta que em 2014 foram protocolados 21.632 processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dois terços deles após o início das eleições.

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  • O PSDB minimiza, nos bastidores, pesquisa Datafolha que colocou Aécio Neves quatro pontos abaixo de Dilma. Lembra que o instituto de errou com José Serra em 2010, e com Aécio no 1º turno este ano.

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  • A Secom do Planalto enviou nota à coluna negando ter contratado o Ibope para aferir audiência “traço” da TV Brasil. Mas o Portal da Transparência expõe os extratos de contratos com “inexigibilidade”, ou seja, sem licitação, para medir audiência em ao menos seis estados.

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  • Ciente de que não daria em nada a reunião da CPMI do Petrolão, ontem, a tropa de choque do governo nem apareceu. O único petista presente, além do relator Marco Maia (RS), foi Afonso Florence (BA).

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  • Na CPMI, o líder do PPS, Rubens Bueno (PR), afirmou que Petrobras deveria dar atestado de “corruptice crônica”, enquanto Afonso Florence (PT) foi ridicularizado ao apelar para o “coração valente” de Dilma.

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  • A pedido do vice-presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP), a Secretaria-Geral da Câmara pediu ao Ministério da Justiça o restabelecimento da escolta da Polícia Federal ao deputado Luiz Couto (PT-PB).

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  • O governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), fora do segundo turno, decidiu recomendar voto nulo aos eleitores petistas. É o voto Agnulo.

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