metro3

00:00
  • 25 de outubro de 2014

    Petição de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) acumulava no começo da noite desta sexta-feira (24) mais de meio milhão de assinaturas (exatas 575 mil). À 01h58 deste sábado (25), esse número já chegava a 636.598. A petição, no site Avaaz, ganhou fôlego após revelação do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal de que Dilma e Lula sabiam do roubo na Petrobras. A PF suspeita que Youssef “lavou” R$ 10 bilhões.

    Compartilhar
  • Em sua propaganda eleitoral na tevê, Dilma optou por desqualificar a revista Veja, que publicou a notícia, ameaçando-a de processo.

    Compartilhar
  • Ao afirmar que Veja “não tem credibilidade”, Dilma deveria explicar por que seu governo acredita na revista: é um dos principais anunciantes.

    Compartilhar
  • O megadoleiro Alberto Youssef era o caixa do esquema de gatunagem na Petrobras, desmantelado pela Operação Lava Jato.

    Compartilhar
  • Youssef e seu “sócio” Paulo Roberto Costa comandavam uma espécie de “banco central” da corrupção, instalado em 2006, no governo Lula.

    Compartilhar
  • Joaquim Barbosa abandonou o Supremo Tribunal Federal quando mais ele era necessário, para alegria dos mensaleiros – que já voltam para casa. Prometeu um livro revelador, e recuou. Jurou protagonismo na campanha, e se omitiu. De forma vexatória, o “juiz do Brasil” saiu do País pela porta dos fundos para estar no exterior no dia da eleição, sem assumir lado nem sob proteção da cabine indevassável da urna.

    Compartilhar
  • Admirado por grande parcela da opinião pública, Joaquim não poderia se esquivar de marcar posição, contra ou favor, Dilma ou Aécio.

    Compartilhar
  • Joaquim Barbosa ainda tomou lição cívica de garotos como Neymar, que assumem a responsabilidade de líderes, tomando posição firme.

    Compartilhar
  • Arredio a entrevistas, até porque nelas raramente se sai bem, Joaquim Barbosa emudeceu até mesmo no Twitter, onde prometeu “bombar”.

    Compartilhar
  • Deve ser julgado na Justiça italiana, terça (28), o pedido de extradição do pilantra Henrique Pizzolato, o mensaleiro fugitivo. O ex-diretor do Banco do Brasil está condenado a 12 anos e 7 meses de prisão.

    Compartilhar
  • Em caso de vitória, Aécio Neves vai lembrar do avô Tancredo, mestre da bruxaria política. Quando alguém lhe cobrava uma nomeação, ele respondia: “Rapaz, diga que eu convidei e que você não aceitou…”.

    Compartilhar
  • Ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles deve ser ministro da Fazenda, em eventual novo governo Dilma. A opção de Dilma é o ex-tudo Delfim Netto. Também citado, Jaques Wagner já pode escolher o gabinete que quiser, no Palácio do Planalto. Exceto o da chefa, claro.

    Compartilhar
  • O PT cearense anda indignado com Lula, que gravou vídeo de apoio a Robinson Faria (PSD) no Rio Grande do Norte, mas não pôs os pés no Ceará para ajudar o candidato petista Camilo Santana.

    Compartilhar
  • No Recife, ontem, e em várias cidades, falsários engravatados dizendo-se “funcionários do TRE”, recolheram exemplares de Veja nas bancas. Mas, apesar da tentativa do PT, a Justiça não impediu sua circulação.

    Compartilhar
  • Ao ser questionado sobre a revelação do doleiro Alberto Youssef, de que ele sabia do roubo da Petrobras, disse que não lê a revista Veja. Lê somente a revista inglesa The Economist, que andou criticando.

    Compartilhar
  • O PT intensificou o terrorismo nas redes sociais e no WhatsApp afirmando que Aécio Neves “vai acabar com Bolsa Família”, uma mentira cujo desmentido é ignorado pelos governistas.

    Compartilhar
  • Dirigentes do PMDB garantem que o vice Michel Temer tem uma carta na manga para permanecer no comando nacional do partido, tanto na reeleição de Dilma quanto em caso de vitória de Aécio Neves.

    Compartilhar
  • Apoio do craque Neymar a Aécio Neves (PSDB) repercutiu na internet. A hashtag #AtéoNeymar bombou no Twitter, nesta sexta-feira.

    Compartilhar


voltar para 'Diário do Poder' voltar para topo