18 de Maio de 2017
O esquema que rendeu a Franklin Martins, ex-ministro de Lula, US$8 milhões (R$25 milhões) na campanha de Hugo Chávez na Venezuela, segundo revelação de Mônica Moura, é semelhante àquele que atuou nas campanhas de Dilma atacando os adversários e críticos do PT. Na campanha petista de 2014, o “bunker” de Franklin se escondia em uma mansão no Lago Norte, em Brasília, mas ele não dava as caras.
Quem chefiava o bunker da turma de Franklin Martins, até pagava salários, era um Alex Miranda, citado na delação de Mônica Moura.
Segundo a mulher de João Santana, Alex Miranda foi usado como preposto para pegar dinheiro com a gangue que governa a Venezuela.
O atual presidente Nicolás Maduro, “operador” de Hugo Chávez, pagava os serviços de Franklin Martins e de João Santana no caixa 2.
Adversários chegaram a acusar a turma de Franklin de atacar rivais na política e usar técnicas de hacker para “derrubar” sites críticos ao PT.
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A delação do empresário Joesley Batista e diretores da JBS Friboi, revelada no jornal O Globo, terá o efeito devastador de bomba atômica. Confirmada a denúncia, poderá custar o mandato do presidente Michel Temer, se não por impeachment, por renúncia. Assessores próximos de Temer sempre disseram que ele jamais enfrentaria um processo de impeachment, como o de Dilma Rousseff. O presidente foi gravado dando aval à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.
As delações também ferem de morte, definitivamente, o presidente do PSDB, Aécio Neves, gravado pedindo R$ 2 milhões.
No curtíssimo prazo, a “bomba atômica” disparada por Joesley Batista deve dificultar a aprovação das reformas trabalhista e da previdência.
Agravando-se a crise, Temer pode até renunciar. Mas somente o fará quando houver um nome de confiança para sucedê-lo por via indireta.
O único grande suicídio em razão da política, no Brasil, foi o de Getúlio Vargas, na “República do Galeão”. Hoje, no redemoinho da República de Curitiba, o grande líder do PT pede para que morram no lugar dele.
A contundente nota de João Santana, em resposta a José Eduardo Cardozo, mostrou que os petistas devem ser cautelosos na provocação aos marqueteiros. Santana cresce na polêmica. Sem contar que o casal é fiel depositário dos mais sórdidos segredos da era Lula-Dilma.
O governador interino do Amazonas, David Almeida, tomou gosto e deve disputar a eleição do substituto definitivo de José Melo, cassado pela Justiça Eleitoral. Sua candidatura é considerada fortíssima.
A fabricante de sorvetes Diletto tem sido oferecida a empresários, em São Paulo, ao preço simbólico de 1 real. A empresa derrete desde a revelação de que era falsa a propaganda apontando sua origem no avô do fundador da empresa, “que fazia o sorvete artesanalmente na Itália”.
Os deputados Takayama (PSC-PR) e Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) chegaram às vias de fato após um bate-boca na comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara. Sobrou até cotovelada para Takayama.
Foi só a Petrobras voltar a dar lucro e os políticos retomam pedidos e enviam currículos. Betinho Gomes (PSDB-PE) pediu a Pedro Parente, presidente da estatal, para abrir empregos na refinaria Abreu e Lima.
Foi do presidente da Câmara, Rodrigo Maia a ordem para não instalar a comissão da reforma política alternativa. Acordo dava a presidência a Renata Abreu (Podemos-SP), mas DEM, PMDB e PSDB o vetaram.
A 12 dias do fim do mandato de Simone Sanches Freire como diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o Senado aprovou por 59 votos a 4 sua recondução ao posto. Fica mais três anos.
..os fãs de Lula poderiam aproveitar a corrupção que tanto os orgulha para empreender, criando uma Orcrim - Negócios Estruturados S/A.
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