Publicidade
12 de Abril de 2018
Políticos do PSDB tentam atrair Geraldo Alckmin para uma conversa difícil. Com pesquisas nas mãos, eles se convenceram de que sua candidatura presidencial é fraca. Pior: temem que eventual delação premiada do operador tucano Paulo Preto inviabilize todo o projeto do PSDB. A parte mais delicada da conversa será convencer Alckmin, comandante do partido, a trabalhar pelo projeto João Doria presidente.
As pesquisas identificam a necessidade de um candidato de centro, equilibrado, mas com “pegada” para enfrentar petistas e bolsonaristas.
As pesquisas também indicam uma eleição fácil de Geraldo Alckmin para o Senado, em São Paulo, onde mantém eleitorado fiel.
Se Doria virar o candidato, os tucanos admitem honrar o compromisso de Alckmin, apoiando a reeleição do governador Márcio França (PSB).
Pelas pesquisas, com o País radicalizado entre direita e esquerda, há chances de êxito de um nome do centro atrair votos dos dois lados.
Publicidade
Já cumprindo pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Lula não corre o risco de perder a Ordem do Mérito Naval: a Marinha informou que “não se aplica” ao caso de Lula a “exclusão automática”. No Exército é um pouco diferente: a Ordem do Mérito Militar prevê excluir o condenado por “atentado contra o erário, instituições e a sociedade”. Mas prefere aguardar o trânsito em julgado da condenação do meliante preso.
O comando da Aeronáutica preferiu se omitir, sem responder a indagação da coluna sobre as condecorações concedidas a Lula.
A Ordem do Mérito Judiciário Militar, do Superior Tribunal Militar, prevê a expulsão de agraciado que “invalide a razão da condecoração”.
Mensaleiros como Zé Dirceu e José Genoino mantiveram por anos as condecorações militares, mesmo com sentença transitada em julgado.
A ideia original foi do jornalista Pedro Rogério Moreira, no artigo “Lula pode cumprir pena em presídio militar”, para o site Diário do Poder, segunda (9). Agora, até delegados federais defendem isso. Continuar com pose de hóspede na sede da PF, em Curitiba, é que não dá mais.
O ministro Moreira Franco (Minas e Energia), em seu discurso de posse, deu uma boa notícia: o presidente Michel Temer assina nesta quinta (12) o decreto de desestatização no setor. Incluindo Eletrobrás.
É oficial: o ano acabou na Câmara. Rodrigo Maia liberou o registro de presença dos parlamentares a partir da 6h da manhã desta quinta para possibilitar deputados de antecipar o fim de semana, longe de Brasília.
Petistas adotaram o nome do meliante e deputados de outros partidos fizeram o mesmo para homenagear o juiz Sérgio Moro, que o prendeu. E ainda teve os que adicionaram “Bolsonaro” ao nome. Está na hora de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pôr ordem nessa bagunça.
O “voto distrital” deve voltar à pauta do Congresso este ano. A ideia de grupos de apoio é emplacar depois da eleição a análise do projeto que alteraria o sistema “distrital misto”, aprovado pelo Senado em 2017.
A Universidade de Brasília, a que mais gasta no País, fez badernaço a pretexto de pedir “mais verbas para educação”. Mas o objetivo era vandalizar, queimar a bandeira do Brasil e ameaçar Temer de morte.
O MDB continua com a maior bancada do Senado (18 senadores), mesmo após as saídas de Raimundo Lira (Pode-PB) e Rose de Freitas (PSD-ES). É o maior partido do Senado desde 1994.
A juíza Denise Frossard, que foi deputada federal, filiada ao PPS, não vai disputar vaga no Senado ou o governo do Rio: “Descobri, embora um pouco tarde, que sou feliz como montanhista de alta altitude.”
Entre opositores, tem gente achando que adotar Lula no sobrenome é pouco, porque original mesmo seria cortar fora o dedo mindinho.
Publicidade
busca
colunas anteriores

 
Busca
Redes sociais
@diariodopoder
© 1998 - 2018 - Todos os direitos reservados