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11 de Fevereiro de 2018
Tem sido frequente, sobretudo em Brasília, a realização de convescotes bancados pelo governo federal... para falar mal do governo federal. Em dezembro, por exemplo, o governo se viu obrigado a bancar a 11ª Conferência Nacional de Assistência Social, sem saber que o dinheiro público seria usado para pagar passagens, hospedagem e alimentação para a maioria dos presentes, quase todos “oposição”.
Por delegação de Lula, Frei Beto tomou o comando do evento custeado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, aos gritos de “Fora Temer”.
O “aparelhamento” de eventos de conselhos de saúde, de educação e etc faz parte da estratégia do PT de tentar intimidar a Justiça.
Eventos como a 11ª Conferência não citam os roubos nos governos do PT, que provocaram a diminuição de verbas para assistência social.
O PT tem “aparelhado” reuniões nacionais de conselhos de saúde, de educação e de assistência social para convertê-los em atos eleitorais.
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As eleições de outubro podem ser devastadoras para o PT, não apenas com a inelegibilidade do ex-presidente ficha suja Lula. Sua bancada no Senado, por exemplo, pode ser “dizimada”. O partido vai à luta, em outubro, para tentar renovar os mandatos de sete dos seus nove senadores, e nada indica que haverá chances de êxito. Somente dois têm mandato garantido até 2022 e não precisam disputar as eleições.
Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ) estão entre enrolados na Justiça. Ela é alvo da Lava Jato e ele já foi condenado por improbidade.
Além deles, terão de enfrentar as urnas Humberto Costa (PE), Regina Sousa (PI), José Pimentel (CE), Jorge Viana (AC) e Paulo Paim (RS).
Senadores Paulo Rocha (PA) e Fátima Bezerra (RN), eleitos em 2014, têm mais quatro anos e só disputam nova eleição em 2022.
Até Michel Temer caiu na armadilha de justificar preço da gasolina com “preços internacionais”. Ele não percebe que essa política criminosa é atribuída a ele e não ao tecnocrata Pedro Parente, que a concebeu.
Os políticos estão mesmo mais sujos do que pau de galinheiro? Pelo sim, pelo não, só tradicionais – como Lula, Alckmin, Bolsonaro e Marina – ultrapassam, aqui e acolá, 15% das preferências para presidente.
É crescente no governo a crítica ao “protagonismo político” da Justiça. O ministro Moreira Franco, por exemplo, lembra que o presidente Michel Temer é vítima de usurpação de competência de juízo de 1º grau, que anulou um ato de sua exclusiva atribuição: nomear ministro.
O Partido Novo, de João Amoedo, chama atenção por um detalhe: não aceita os políticos em atividade. E não basta querer: para se filiar e se candidatar pelo partido será submetido a um processo de “depuração”.
Relator do projeto sobre o teto salarial do setor público, Rubens Bueno (PPS-PR) ainda admite o auxílio-moradia “para alguns casos”. Sai dessa, deputado. Os setores ainda beneficiados já ganham muito bem.
Nos primeiros 40 dias de 2018, o Ministério da Educação já repassou R$ 579,26 milhões a instituições federais de ensino. Seria o suficiente para manter 1.812 alunos em Harvard, uma das mais caras do mundo.
Para o leitor Álvaro Araújo, o processo contra os senadores petistas Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) no modorrento Conselho de Ética “vai dar em nada”, disse. “Ali, todos se protegem”, concluiu.
Para o Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros), o ambiente atual "está favorável para a recuperação da economia".
...com tanta propaganda da Petrobras, quem precisa de gasolina barata?
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