10 de Novembro de 2017
Rosemary Noronha, a “Rose”, amiga íntima de Lula, é uma das hipóteses das autoridades portuguesas na tentativa de identificar os donos dos 40 milhões de euros (R$153 milhões) abandonados no Banco Espírito Santo, sem que ninguém os reclame. A suspeita é que ao menos parte desse dinheiro é de brasileiros. O banco português, em liquidação, investiu os recursos em outros bancos em contas “jumbo”.
Em 2012, o então deputado Anthony Garotinho (RJ) denunciou que “Rose” levou a Portugal 25 milhões de euros. Jamais foi desmentido.
Garotinho disse que Rose foi a Lisboa com Lula levando os 25 milhões no avião presidencial. Jamais foi processado por causa da denúncia.
O dinheiro levado por Rose, reafirma agora Garotinho, fora depositado em agência do Banco Espírito Santo na cidade do Porto.
Para levar todo aquele dinheiro ao Porto, Rose usou uma empresa de transporte de valores, cuja apólice de seguro a cita como responsável.
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Até o dia 30 de setembro o Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) registrou 2.907.252 despesas com cartões de pagamento do governo federal, os famosos cartões corporativos, que totalizam gastos de R$1,2 bilhão (exatos R$1.261.476.232,79) desde que foram criados em 2002. O ano de maior despesa foi o último ano do governo Lula, quando a gestão petista conseguiu torrar mais de R$80 milhões.
Apenas este ano, o total gasto com os cartões do governo ultrapassou os R$33,4 milhões para bancar despesas do governo Temer.
A Presidência da República é responsável pela maior parte dos gastos com cartões. Somente em 2017 foram R$8,5 milhões.
Cada vez que um funcionário público usa um cartão corporativo do governo isso custa R$434, em média, ao contribuinte brasileiro.
O Planalto espera que a Declaração de Constitucionalidade da reforma trabalhista no STF elimine as duvidas citadas pelos ativistas da magistratura. Mesmo que um artigo seja considerado inconstitucional, o STF pode alterar sua interpretação e evitar conflito com a Constituição.
Michel Temer sofre quando pensa que poderá perder o ministro Aloysio Nunes (Relações Exteriores), com a saída do PSDB do seu governo. Nunes no Itamaraty é, para o presidente, um casamento que deu certo.
O afastamento de Tasso Jereissati da presidência interina do PSDB fez Michel Temer alimentar novamente a esperança de manter os tucanos em sua base aliada. Mas isso dificilmente ocorrerá.
O pau cantou ao telefone, ontem, quando o senador Aécio Neves pediu a Tasso Jereissati para entregar o cargo. O mineiro viu agigantar-se na outra ponta da linha a poção “coroné dozoio azul” do colega cearense.
Ao contrário de 2015, quando se manteve na presidência do PSDB e articulou a própria reeleição, Aécio Neves disse que afastou Tasso Jereissati (CE) “para manter a isonomia entre os candidatos”.
O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) pediu licenças médica e “para tratar de interesse particular” por 121 (e não 120) dias. Assim, Sérgio Rogério de Castro (PDT), o suplente, terá todas benesses do mandato.
Após internação do ministro Ricardo Barros (Saúde) no hospital Sírio-Libanês, voltou à tona projeto do deputado Cabo Daciolo (Avante-RJ), que obriga políticos e familiares a usarem o SUS, durante o mandato.
O psicólogo José Ernesto Bologna lança o livro “O Deputado – ou o cinismo” (Ed. Edições de Janeiro), que discute o cinismo na política, no auditório do Mater Dei, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira às 19h30.
Quando adoecem, por que presidentes e ministros e outros figurões da política não recorrem ao SUS que proporcionam à população?
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