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10 de Setembro de 2017
Continuam sob sigilo total os gastos com cartão corporativo de Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo e amiga íntima do ex-presidente Lula. O Superior Tribunal de Justiça manteve o sigilo dos gastos do cartão de Rose a partir de 2011, mas o Planalto e a Controladoria-Geral da União não se pronunciaram sobre os gastos anteriores, durante os governos Lula. Ela foi acusada de tráfico de influência, corrupção e outros crimes.
Após ignorar a Lei de Acesso à Informação, o Planalto alegou que os gastos de Rose são caso de “segurança da sociedade e do Estado”.
A suspeita da PF é que a amiga de Lula levava vida de madame, com uso do cartão corporativo inclusive para despesas pessoais.
Entre 2003, quando Lula assumiu, e 2016, quando Dilma caiu, o gasto com cartões foi de mais de R$707 milhões (R$78,6 milhões por ano).
Este ano já foram R$29 milhões. Quase a metade, R$14,1 milhões, é mantida sob sigilo. Grande parte do que sobra é de “saque em espécie”
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Ao menos três operações investigam a escandalosa utilização do BNDES para bancar negócios da JBS e obras da Odebrecht no exterior. O volume é tão espantoso que só a transferência de recursos do BNDES para Cuba recomenda a criação de força-tarefa especial. A suspeita é que a obra do porto de Mariel, em Havana, pode ter rendido ao “quadrilhão do PT” mais de US$ 500 milhões, ou R$1,5 bilhão.
Na inauguração do porto de Mariel, Dilma disse que a Odebrecht faria o aeroporto de Havana financiado pelo BNDES. Nem havia projeto ainda.
O governo Lula criou uma maneira de financiar obras da Odebrecht no exterior sem licitação, por meio de acordos bilaterais com os países.
Investigações indicam que obras bancadas pelo BNDES na África e na América Central foram obtidas para a Odebrecht pelo próprio Lula.
Ao discutir o escândalo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Joesley Batista classifica o caso de “pequena causa”. No áudio, Saud, lobista de Joesley, ri e diz que o PSDB é o “partido mais corrupto do Brasil”.
Enquete do portal Diário do Poder põe Ciro Gomes (PDT), o ex-governador pré-candidato, em último quando o quesito é “quem você acha que vai ser eleito presidente em 2018”. Ele teria 6% dos votos.
A Comissão de Transporte da Câmara examina um projeto que proíbe as empresas aéreas de utilizarem programas de fidelidade como critério de preferência no embarque. O relator pede rejeição do projeto.
Para 77,4% dos brasileiros, as Forças Armadas deviam ser usadas na segurança pública. O mesmo levantamento do Paraná Pesquisas, mostra que 64,7% acreditam que a corrupção é menor entre militares.
Tramitam na Câmara projetos que criam novas regras para licitações de obras públicas. Um deles exigirá que conste no edital da licitação a localização da obra utilizando-se coordenadas geográficas.
O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, vai propor no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a uniformização dos contracheques dos magistrados. O objetivo é o controle contra abusos.
A ONG Transparency International pede sanções contra bancos, empresas e políticos europeus num esquema de lavagem de dinheiro que envolve propinas de R$10 bilhões no Azerbaijão para autoridades na Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, França, República Tcheca e EUA.
Foi presa do lado de fora de uma cadeia Teresa Burchfield, 53, mulher do advogado moralista responsável por ética nas empresas de Trump. Foi flagrada no banco de trás de carro com uma presa de 23 anos.
...a reforma política poderia ser bem simples: quem quisesse cargo político estaria proibido de concorrer.
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