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10 de Agosto de 2017
O Planalto deveria chamar a polícia, ao receber pressão dos pelegos para restabelecer a contribuição (ou “imposto”) sindical obrigatória. Eles ganham a vida criando entidades sindicais para participar da divisão dos R$4 bilhões obtidos por meio de desconto compulsório de 4,5% do salário do trabalhador, uma vez por ano. A reforma trabalhista extinguiu essa forma de bater a carteira do assalariado com autorização legal.
A pelegada transformou o Brasil num país onde criar sindicato virou melhor negócio do que abrir uma empresa e gerar empregos e renda.
O Brasil é o país que mais tem sindicatos: 15.007. África do Sul (com 191) e Estados Unidos (190) têm 1,2% dos sindicatos do Brasil.
No governo Dilma, duas operações da Polícia Federal no Ministério do Trabalho investigaram a venda de “cartas” (alvarás) sindicais.
Lutam contra a contribuição voluntária, prevista na reforma trabalhista, entidades que não representam trabalhadores, só querem o dinheiro.
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Ainda lutando para se recuperar da roubalheira durante os governos do PT, a Petrobras contabilizou prejuízos líquidos de R$71,2 bilhões, acumulados desde 2014. O valor equivale a 34% do atual valor de mercado da estatal, estimado em R$209 bilhões, de acordo com o relatório anual endereçado aos investidores. O ano de 2015, último do governo Dilma, responde por quase metade do rombo: R$34,8 bilhões.
Ao fim do desastroso ano de 2015 na Petrobras, o prejuízo acumulado era de R$49,6 bilhões ou 49% do seu valor de mercado, à época.
Apesar do reduzir em 10 mil o número de funcionários, a Petrobras tem mais empregados e um terço da produção da BP, Exxon e Shell.
Se reduziu o número de funcionários, a Petrobras não diminuiu seus gastos com pessoal, que saltaram em R$4,7 bilhões.
Michel Temer deveria ter sido avisado de que o tal Enaex, evento de comércio exterior no Rio, é patrocinado pela “fina flor” da corrupção no Brasil: as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão.
Para o chanceler Aloysio Nunes, seria uma crueldade impor sanções à Venezuela, onde há fome, desemprego e desabastecimento recordes. A inflação da ditadura Maduro, em 2017, deve passar dos 1.000%.
No “saidão do Dia dos Pais”, as penitenciárias paulistas abrirão as portas para 32.000 condenados. Todos uns santos, merecedores de canonização como Suzane von Richthofen, que matou os próprios pais.
Parcelando salários do funcionalismo há 20 meses no Estado que herdou quebrado, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), diz que o pior ainda não passou: “É preciso persistir e só assim, dentro de vinte ou trinta anos, vamos alcançar o equilíbrio”, diz.
O falecido deputado Ulysses Guimarães definiu o presidencialismo como “o regime da irresponsabilidade a prazo fixo” e o parlamentarismo como “o regime da responsabilidade por tempo indeterminado.”
Prefeitos do Maranhão reclamam muito de Flávio Dino (PCdoB). Além de um governo que consideram pífio, seus erros primários fazem dele o melhor cabo eleitoral de Roseane Sarney (PMDB), em 2018.
Está aprovado desde setembro o parecer de Cristiane Brasil (PTB-RJ) pela constitucionalidade do projeto que regulamenta a profissão de Relações Institucionais, mais conhecida no Brasil como “lobby”.
Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política, ao menos tem a coragem que falta aos partidos de “esquerda”: defende a criação do “fundão” eleitoral de R$3,5 bilhões para financiar suas campanhas.
...para fazer história, a Reforma Política deveria obrigar o PMDB a renunciar ao oportunismo e apresentar candidatura a presidente.
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