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09 de Setembro de 2017
O apartamento no Chame-Chame, bairro de Salvador, não é o único local onde Geddel Vieira Lima escondia dinheiro. A suspeita é que há malas e caixas semelhantes espalhados em diversos outros locais, inclusive fora da Bahia. A apreensão dos R$51 milhões atribuídos ao ex-ministro de Lula e Temer não causou especial surpresa no mundo político: esse tipo de esconderijo é mais comum do que se imagina.
O imóvel no Chame-Chame era conhecido dos vizinhos de Geddel, que o viam com frequência no local. Fica a menos de 1km da casa dele.
O Ministério Público Federal e a Polícia Federal vão listar até mesmo imóveis remotamente ligados a Geddel, à procura de malas.
O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira já mandou vasculhar para outros endereços, inclusive a casa onde mora a mãe de Geddel.
Uma das expectativas dos investigadores, no caso Geddel, é que ele também se disponha a delatar seus cúmplices no esquema.
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O Risco Brasil mede o grau de confiança do mercado na economia do país e chegou a 250 pontos em maio, nível que nunca foi atingido desde que Dilma foi reeleita, em 2014. O índice, usado com base para investimentos estrangeiros, já caiu 36,5% em relação aos 394 pontos registrados no dia seguinte à aceitação do impeachment pela Câmara dos Deputados e segue com viés de queda pela melhora na economia.
O Risco Brasil caiu de 394 para 309 entre a votação do impeachment na Câmara e a cassação de Dilma no Senado.
Com Dilma no comando do governo e da economia, o Risco Brasil chegou a atingir 548 pontos, nível 107% maior do que quando assumiu.
O maior nível registrado pelo Ipea na série histórica, desde 1994, foi de 2.436 em setembro de 2002, um mês antes da eleição de Lula.
Nas gravações, Joesley fala mal da própria mulher e até confessa infidelidade. Tem gente estimando que, em caso de separação, Ticiane Vilasboas se livraria dele com pelo menos R$20 bilhões na conta.
Pesquisa do Instituto Paraná revelou que 31,7% dos brasileiros veem o juiz Sérgio Moro como o mais preparado para política, 9,1% preferem o procurador Dallagnol, mas 44,2% querem que eles fiquem onde estão.
O Tribunal de Contas da União vai auditar entidades do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sest, Senat, Senar, Sescoop, ABDI, Apex e Sebrae). A receita dos 9 maiores órgãos é superior a R$32 bilhões por ano. No total, serão fiscalizadas 229 unidades nos próximos 12 meses.
O ex-procurador Marcelo Miller mereceu tratamento especial, ao depor ontem no Rio. Livre de condução coercitiva, ele prestou depoimento longe do local onde trabalhava “para evitar constrangimentos”.
Sobre o acordo de delação premiada “pré-cancelado” de Joesley JBS, o jornalista Carlos Brickmann lembra Tancredo Neves: “‘Quando a esperteza é muita’, ensinou o político, ‘vira bicho e come o dono’”.
Os turistas que invadem Alagoas neste feriadão, com 89% de ocupação da rede hoteleira, demonstram na prática que a atividade econômica está voltando com força maior que previsões mais otimistas.
O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, não aguentou tantas lorotas contra o projeto que altera a previdência dos servidores, e desabafou com rara coragem: “dirigentes sindicais mentem descaradamente”.
Cliente da Latam pagou R$4.570, mais 16 mil de pontos ‘multiplus’, por uma passagem Brasília-Paris. Mas, ao pedir a pontuação da viagem, a empresa recusou, alegando que não pode pontuar quando usa dinheiro e mais pontos. “Quase R$5 mil sem pontuar?”, indignou-se, em vão.
... delação de bêbado não tem dono.
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