Publicidade
08 de Maio de 2018
Em razão da existência das distribuidoras, que atuam como atravessadoras no mercado de combustíveis, o preço do litro de etanol custa 49% a mais em São Paulo, 69% no Triângulo Mineiro, 55% a mais em Goiás e Alagoas, 48% em Salvador e 26% a mais no Recife. O levantamento é da Escola Superior de Agricultura (Esalq) da USP e Agência Nacional do Petróleo (ANP), ao qual esta coluna teve acesso.
Em São Paulo, o litro do etanol sai da usina a R$1,58, mas ganha 12% de ICMS. É que o governo obriga a usina a entregá-lo ao atravessador.
Em razão do ICMS, o etanol sai da usina paulista a R$1,80. É vendido no posto a R$2,67, após distribuidor aplicar o lucro, às vezes, de 67%.
O governo proíbe a usina de vender seu etanol ao posto no outro lado da rua. O etanol viaja centenas de quilômetros até voltar àquele posto.
Usinas querem vender seu etanol diretamente ao posto. Em São Paulo, hoje, sem atravessador e com o lucro do posto, o litro custaria R$2,19.
Publicidade
Repercute nas redes sociais o desabafo do ator Francisco Cuoco, 84, sobre um idoso ser obrigado a pagar R$5 mil por mês para ter plano de saúde. Cuoco nem sequer desconfia, mas o valor que mencionou, em muitos casos, representa metade e até um terço daquele cobrado por operadoras que faturaram no Brasil mais de R$178 bilhões em 2017, graças à “ajuda” providencial da ANS, “agência reguladora” do setor.
Porque as operadores queriam, a ANS jogou os brasileiros às feras, desobrigando as empresas de oferecer planos individuais.
As operadoras oferecem apenas planos coletivos (ou empresariais), cujo reajuste não tem controle. Aumentam o valor como querem.
O último golpe é criação de “franquias” evitando que operadora pague procedimentos até determinado valor, como nos seguros de carro.
O voto virtual do ministro Dias Toffoli contra a soltura de Lula sinaliza decisão unânime ou por larga margem na 2ª Turma do STF. Até agora, com o ministro relator Fachin, já está 2x0. São cinco votos no total.
Fez sucesso de público a atitude da primeira-dama Marcela Temer, jogando-se no lago do Alvorada, de roupa e tudo, para salvar seu cão. Mas a segurança não pode ser punida por permanecer imóvel. Ela é segurança de autoridade e não funcionária para toda obra.
O governo de finanças combalidas tem dois projetos que liberam R$108 milhões para reforma e compra de imóveis do Judiciário e do Ministério Público da União. Coisa de País rico e sem crise.
Entidade de advogados públicos critica o controle de freqüência na Advocacia Geral da União (AGU). Chamou de “retrocesso conceitual”. Deve ser a expressão que define o “direito” de trabalhar se quiser.
O presidente da Ancine, Christian de Castro, adora financiar qualquer porcaria produzida no Rio e São Paulo por “gênios” do cinema, e trata a pão e água projetos do Nordeste, de Minas e do Espírito Santo.
Chama atenção o silêncio do ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, após o desabamento do prédio no centro de São Paulo. Até o chefe, Michel Temer, deu as caras pessoalmente no local do acidente.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que se esgoelou contra a morte de Marielle, no Rio, tem sido criticado pelo silêncio nas redes sobre o assassinato do delegado federal Davi Farias de Aragão, executado por bandidos que invadiram sua casa perto de São Luís.
“Medidas contra a corrupção” representam só a terceira prioridade (9,3%) para a eleição de 2018, segundo pesquisa do Sindicato das Empresas de Contabilidade (Sescon), com 600 empresários paulistas.
...só haverá algum trabalho pra valer, no Congresso, durante o mês de maio, porque depois tem Copa, Eleições e depois... acabou 2018.
Publicidade
busca
colunas anteriores

 
Busca
Redes sociais
@diariodopoder
© 1998 - 2018 - Todos os direitos reservados