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06 de Janeiro de 2018
Ex-secretário de Gestão do Ministério do Planejamento Valter Correia, preso pela Polícia Federal na Operação Custo Brasil, que prendeu também o ex-ministro Paulo Bernardo, é apontado como peça fundamental do esquema montado no governo Dilma Rousseff para compra de passagens, sem licitação, mediante pagamento à vista, por meio de cartão corporativo. Esse privilégio que não é concedido a quaisquer outros fornecedores de bens e serviços do governo federal.
Os termos da contratação das empresas aéreas, sem licitação, são únicos. Até dispensa as empresas de retenção de impostos na fonte.
Valter Correia foi secretário executivo adjunto do Planejamento com Paulo Bernardo ministro. E preso, como ele, na Operação Custo Brasil.
A Consist cobrava mais do que devia de aposentados e servidores que faziam empréstimo consignado e repassava 70% para políticos do PT.
Valter Correia é acusado de receber propina da Consist Ao ser preso, ele era o secretário de Gestão do ex-prefeito Fernando Haddad (PT).
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O ex-chanceler Celso Amorim, que não por acaso ganhou o apelido de “megalonanico” quando ministro das Relações Exteriores do governo mais corrupto da História, chefiado por Lula, diz que diante do provincianismo de Donald Trump, o Brasil “perdeu protagonismo e liderança mundial nas relações comerciais e na mediação de paz dos conflitos internacionais”. Como se essa “liderança” tenha sido exercida em algum momento e, pior, que ele tivesse algo com isso.

Dono de flexível coluna vertebral, Amorim não liderou nem o Itamaraty, prestando vassalagem a um assessor que Lula levou para o Planalto.
Durante o período em que o “megalonanico” imaginou que o Brasil exercia “protagonismo”, Marco Aurélio Garcia era o chanceler de fato.
Sem qualificação em diplomacia, Marco Aurélio ganhou relevância por protagonizar o episódio doméstico que lhe valeu o apelido “Top Top”.
Enquanto muito brasileiros usam chip pré-pago e ainda correm atrás de bônus, os deputados torraram mais de R$ 6,5 milhões com os celulares funcionais desde a posse, em 2015. E ainda resta um ano de mandato.
O Ministério da Educação liberou R$ 345 milhões para universidades e institutos federais no final de 2017. Suficientes para formar 500 brasileiros na universidade de Harvard, uma das mais caras do mundo.
Levy Fidélix disputará sua enésima eleição presidencial. O slogan: “Bigodão é a solução”. Nas eleições de 1994 e 1998, nos bastidores do TSE, achavam a maior graça chamando-o de “Batatinha”.
Tanto Financial Times quanto Wall Street Journal noticiam a resistência brasileira à compra da Embraer pela Boeing. Não é bem assim. Essa é a versão da imprensa brasileira. O governo não tem opinião formada.
Pesquisas independentes apontam uma dianteira de 11% de Renan Filho (PMDB) em relação a Rui Palmeira (PSDB), na disputa pelo governo de Alagoas. E sem o prefeito ao menos percorrer o interior.
Adversários do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) cobram explicações sobre sua ocupação. Intrigam essas pessoas o fato de o político cearense não ter ocupação fixa há anos, sem perder qualidade de vida.
Recupera-se bem de cirurgia, no paraíso da Barra de São Miguel, o ex-governador e ex-ministro do TCU Guilherme Palmeira, também um dos mais admirados ex-senadores da História.
As Nações Unidas comemoraram o “avanço brasileiro em 2017 na implantação da Agenda 2030”. Um dos objetivos é alcançar até 2030 o acesso universal e equitativo à água potável para todos.
...o auxílio-paletó de R$25 mil, na Assembléia Legislativa do Amapá, é uma maneira de assaltar o cidadão sem precisar apontar um revólver.
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