04 de Setembro de 2017
Humberto Costa (PT-PE) é um senador atuante, mas é aquele que custou mais caro ao contribuinte, este ano: R$ 675,4 mil apenas entre janeiro e agosto. Em segundo lugar nos gastos está Randolfe Rodrigues (Rede-AP), com R$ 652,7 mil auferidos entre salários, cota parlamentar e a rubrica “outros gastos”. Os dois são seguidos de perto por outro senador petista, José Pimentel (CE), que levou R$ 627,4 mil.
Cada senador tem direito a várias regalias como a “cota parlamentar” de até R$ 45 mil por mês, para ressarcimento de qualquer despesa.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira, e Antonio Reguffe (DF) são os únicos que não utilizaram um só centavo da cota parlamentar.
Humberto Costa recebeu oito salários e metade do 13º (R$ 287 mil), além de R$ 269,7 mil do cotão e R$ 118,7 mil de “outros gastos”.
Randolfe radicalizou no uso da cota parlamentar de R$ 342,8 mil , incluindo quase 50 viagens ao Rio, São Paulo e Minas.
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É possível calcular os prejuízos das decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aos passageiros, enquanto beneficiam empresas aéreas, ao menos no caso de cobrança por malas. A portuguesa TAP é a primeira estrangeira, com operações no Brasil, a cobrar pelo serviço. Uma mala de até 23 kg, que era transportada de graça, custa agora 45 euros (R$168) ao cliente, mas só se o passageiro pagar pela internet. Se deixar para o check-in, sobe para 80 euros (R$300) cada mala.
Ao inventar a cobrança de bagagem, alegrando as empresas, a Anac prometeu que as passagens ficariam mais baratas. Era lorota.
No Brasil, os passageiros já pagavam a passagem aérea mais cara do planeta, e agora pagam caro também pelas malas.
A Anac é um peso nas costas do cidadão sob todos os aspectos. Somente com sua folha de pessoal foram R$300,8 milhões em 2016.
A CPI do BNDES convocava há dois anos a socialite Val Marchiori para explicar a obtenção de empréstimos milionários concedidos pelo banco. Ela também esteve enrolada com operações no Banco do Brasil durante a gestão de Aldemir Bendine, ex-presidente que está preso.
Apesar de a aferição do ponto dos deputados na Câmara ter sido marcada para às 14h de quinta-feira, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) estava no voo de 13h40, a caminho de casa, no Rio de Janeiro.
A Comissão da MP 790, que altera o Código Mineral, realiza reunião nesta terça-feira (5) para votar o plano de trabalho, que é o início oficial dos debates. O relator é o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).
Apenas 516 dos mais de 17,2 mil sindicatos se incomodaram em atualizar a composição de suas diretorias junto ao Ministério do Trabalho, como manda a lei.
O programa Bolsa Família já transferiu à Caixa Econômica R$226,5 bilhões relativos ao benefício desde sua criação, em 2003. Foram, desde então, 1,91 bilhão de pagamentos a famílias brasileiras.
Lula disse a sua caravana que o plano do governo Michel Temer não é privatizar só a Eletrobras, mas também bancos oficiais, rodovias e aeroportos (que Dilma iniciou). Tudo lorota. Infelizmente.
Um dos mais brilhantes juízes federais da atualidade, Fernando Mattos, foi reconduzido ao cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça. A presidente do STF, Cármen Lúcia, fez questão de ir à posse.
A Associação Brasileira de Relações Institucionais (Abrig) lança no dia 19 o “Prêmio Marco Maciel” para premiar os que contribuem de forma ética e transparente para melhoria da relação público-privado. Maciel é autor do projeto – jamais votado – que regulamenta o lobby no País.
...aumentando o valor da cobrança pela bagagem, como é a tendência, no Brasil logo as empresas vão oferecer passagens de brinde.
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