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27 de Abril de 2017
O desempenho do ex-presidente Lula em pesquisas para presidente, na disputa de 2018, reproduz um fenômeno eleitoral de Paulo Maluf, hoje deputado pelo PP-SP. Para o especialista Murilo Hidalgo, do instituto Paraná Pesquisas, “Lula é o novo Maluf”. Se for candidato, são grandes suas chances ser o mais votado no primeiro turno, mas sua rejeição muito alta inviabilizaria a vitória na disputa de segundo turno.
Se for mantido solto e elegível, Lula terá no primeiro turno entre 25% e 30% dos votos para presidente da República, estima Hidalgo.
Como Maluf, Lula tem rejeição muito elevada, superior a 50%, por isso quem disputar o 2º turno contra ele tem maiores chances de vitória.
Maluf teve sucesso político em SP desde 1967. Mas a partir de 1988 o capital político dele se degradou. E só voltou à política como deputado.
Em ‘90, ‘98, ‘00, ‘02 e ‘04 Maluf liderou no 1º turno para governador ou prefeito de São Paulo, mas perdeu no 2º. Em 2008 já não liderou mais.
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O voto errado do eleitor do Rio de Janeiro, que em 2006 elegeu Sérgio Cabral (PMDB), levou o Estado à maior crise política, financeira e moral da sua História. Conhecida pela coragem e honestidade, a juíza Denise Frossard abandonou a magistratura para tentar fazer da política uma atividade decente. Após se eleger deputada, ela seria derrotada por Sérgio Cabral naquela disputa pelo governo fluminense, em 2006.
Denise Frossard se notabilizou nacionalmente, em 1993, ao condenar à prisão 14 bicheiros e outros integrantes do crime organizado.
Na eleição para o governo estadual, Denise Frossard chegou a disputar o segundo turno, mas teve 32% dos votos, contra 68% de Cabral.
Eleita governadora naquele ano, Denise Frossard certamente evitaria a atual crise do Rio, mas algo não mudaria: Sérgio Cabral estaria preso.
A polícia política do ditador venezuelano Nicolás Maduro descobriu que dois deputados haviam negociado asilo político no Brasil, no fim de semana, e cercou suas casas com milícias fortemente armadas.
O aviso circula nas redes sociais: “Sexta-feira eu vou trabalhar. Quem fizer greve será usado por vagabundos para apoiar Lula”. Outra mensagem diz que “fará greve quem não apoia a Lava Jato”.
Por determinação do presidente Michel Temer, todos os ministros do fizeram plantão na tarde desta quarta-feira (26), na Câmara, focados na votação da reforma trabalhista.
A morte do jornalista Carlos Chagas cobriu de tristeza sua imensa legião de amigos e admiradores. Mestre no jornalismo e na vida, Chagas foi a definição perfeita de um homem de bem. Seu enterro será nesta quinta (27) às 16h, no Campo da Esperança, em Brasília.
Renan Calheiros foi derrotado, ontem, na aprovação do projeto que pune abuso de autoridade. O texto aprovado se distanciou do original, visto como tentativa de intimidar quem investiga o líder do PMDB.
A Justiça do Acre condenou o índio Antônio José Moreira da Silva por ter estuprado uma menina de 11 anos. Que ele cumpra os 23 anos de prisão, ao contrário de Paulinho Paiakan, um cacique caiapó bajulado pela imprensa e condenado por estupro em 1992, ainda hoje impune.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado foi aprovada ontem no Senado por 75x0 votos. A estranha unanimidade deixou muita gente em estado de alerta.
O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Fortaleza) aproveitou a “greve geral”, convocada pelos admiradores dos ladrões da Lava Jato, para alongar o feriadão: ali, sua folga vai de sexta a segunda, dia 1º.
...“abuso de autoridade” é senador que cra lei contra quem o investiga.
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