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26 de Setembro de 2016
Apesar do chororô de “golpe”, o PT de Lula e Dilma continua a amar o partido de Eduardo Cunha, Renan Calheiros e do presidente Michel Temer: PT e PMDB estão coligados em 8.488 candidaturas em 570 municípios, nas eleições deste ano. Os petistas, que continuam xingando partidários de Temer, disputam com eles em todos as regiões do País que realizam eleições, apesar de toda a lorota de “traição”.
Em 1.090 candidaturas, PT e PMDB são os únicos partidos das chapas que disputam a eleição municipal do próximo domingo (2).
O PT de Dilma e Lula se aliou exclusivamente ao PSDB de Aécio Neves e ao PMDB do Michel Temer em 27 candidaturas este ano.
A única candidatura a prefeito apoiada pela a inédita aliança PT-PMDB-PSDB é de Elimar Senen (PMDB) em... Petrolândia (SC).
“Estão coligados conosco em quase 600 municípios. Isso desmascara totalmente a balela do ‘golpe’”, diz Darcísio Perondi (PMDB-RS).
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A estratégia foi definida em reunião reservada do PT e segredada por Lula, há dias, em sua visita ao Ceará: provocar ao máximo o juiz Sérgio Moro a fim de que ele perca a paciência e reaja com declaração forte contra o ex-presidente Lula. O objetivo da estratégia, recomendada por advogados petistas, é criar pretexto para alegar “suspeição” do juiz que faz Lula tremer de medo, conseguindo tirar o processo das suas mãos.
Lula teve reuniões dramáticas com seus advogados, aos quais pediu uma única coisa: conseguirem, a qualquer preço, livrá-lo de Moro.
Foram destacados para provocar Sérgio Moro o próprio Lula, seus advogados, parlamentares, sindicalistas e o presidente do PT.
Lula difunde a fantasia de que virou réu por “razões políticas”. Diz apostar que ninguém terá “coragem” de prendê-lo.
Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, mudanças previstas na reforma política “afetam profundamente” os deputados, e lembrou que são necessários 308 votos para aprovar uma Emenda à Constituição.
O rombo de R$ 170 bilhões não impediu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Gleisi Hoffmann (PT-PR), de perdoar R$1 bilhão de dívidas de países africanos. Na era PT, “perdão” assim foi usado para viabilizar financiamentos suspeitos do BNDES
Servidores da área de comunicação pretendem pedir ao presidente do Senado, Renan Calheiros, a suspensão do ponto eletrônico. Preferem trabalhar de casa. Talvez na academia de ginástica, no cinema...
O Instituto Socioambiental (ISA), beneficiado pelo Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, informa que aplica os recursos em projetos para “consolidar a redução do desmatamento da Amazônia”. Seu trabalho é auditado e seus relatórios financeiros disponibilizados online.
Partidos menores e nanicos como PCdoB, PDT, PSOL e Rede, devem se unir ao PT para tentar barrar na Câmara dos Deputados a proposta de reforma política em discussão no Senado.
Moradores do condomínio Park Palace, no Rio de Janeiro, andam muito curiosos sobre o relacionamento de dois ilustres vizinhos: o ex-deputado Eduardo Cunha, e os antigos aliados da família Picciani.
O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) não esconde o desejo em interrogar o ator José de Abreu, na CPI da Lei Rouanet. No entanto, ele afirma que na Câmara dos Deputados “está tudo parado até a eleição”.
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) ainda acredita que Eduardo Cunha negocia acordo de delação. “O anunciado livro sobre o impeachment é a senha. Delação de capa dura, editora MPF”, ironiza.
Se o PT grita tanto “fora Temer”, por que o partido não consegue levar às ruas nem sequer 8% dos seus 1,7 milhão de filiados?
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