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11 de Fevereiro de 2016
Operações policiais no âmbito da Justiça Federal serão retomadas com força, este ano. Fontes ligadas a órgãos investigativos afirmam que 57 operações foram autorizadas em dezembro, antes do recesso de fim de ano. A maior parte das operações pendentes seriam fases de investigações em curso, como Lava Jato, que apura a gatunagem na Petrobras nos governos do PT, e a Zelotes (fraude bilionária no Carf).
As operações ordenadas pela Justiça não foram realizadas porque demandam planejamento e recursos, e não por causa do recesso.
Várias operações da PF são realizadas com policiais deslocados de outros estados, o que as tornam ainda mais complexas e onerosas.
Os cortes orçamentários, decorrentes da crise e de certa má vontade do governo Dilma, tornam ainda mais sérias as dificuldades na PF.
A PF realizou 331 operações nos 253 dias úteis de 2015 (média de 1,3 por dia). Em 2014, início do auge da Lava Jato, foram 390.
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Antes mesmo de começar oficialmente o ano legislativo, os deputados João Carlos Bacelar (PR-BA) e Edson Bez (PMDB-SC) se mandaram em viagens internacionais. Com a desculpa de “missão oficial”, Bez foi a Madri (Espanha) participar da Feira Internacional de Turismo. Bacelar se mandou para Las Vegas (EUA), onde se reuniu com a agência que regula os cassinos e jogos do estado norte-americano de Nevada.
Bez sequer participa de alguma comissão relacionada a turismo. Bacelar é suplente do colegiado sobre regulação dos jogos no Brasil.
Em 2015, Bacelar deu um giro por nossa conta. Foram viagens para Havana (Cuba), Paris (França), Genebra (Suíça) e Milão (Itália).
Ainda em 2015, Bez se mandou, também por nossa conta, para Cidade do Panamá e Cólon (Panamá) e Seul (Coréia do Sul).
O último vídeo no canal do PT estrelado por Dilma foi publicado em outubro de 2015. E só porque ela cumprimentava Lula pelo aniversário, dia 27. Sem Lula, Dilma apareceu no canal PT a última vez em agosto.
Alçado a todo-poderoso do governo, o ministro Jaques Wagner não gosta de aguardar ao telefone nem quando quem liga é a chefe: na Casa Civil, as secretárias tentam barrar ligações diretas até de Dilma.
O PT completa 36 anos de fundação nesta quinta-feira, mas a celebração foi acanhada. No site do PT os destaques eram a defesa de Lula, muito enrolado no escândalo da Lava Jato, e críticas ao PSDB.
A Presidência da República voltou atrás e suspendeu a compra de 31,5 toneladas de ração para os peixes e aves da presidente Dilma, revelada por esta coluna nesta quarta-feira (10).
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) convocou “todo corpo funcional” a comparecer em pronunciamento da ministra Kátia Abreu para falar da campanha de combate ao Aedes Aegypti.
Arnaldo Jordy (PPS-PA) quer que a Procuradoria-Geral da República investigue o presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz. A suspeita é de tráfico de influência em favor do seu filho, o advogado Tiago Cedraz. O ministro Raimundo Carreiro também entra no bolo.
O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) critica a perda de validade da medida provisória da reforma ministerial. “Não é surpresa. O governo é perdulário e adora uma boquinha para os apaniguados”, afirma.
Nos planos iniciais do governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), estava a devolução do Detran a seu papel burocrático, como em todo o País, retirando-o da área de segurança, porque isso não está previsto na Constituição, e o vinculando à área de Mobilidade. Faltou coragem.
O Petrolão só perde no ranking dos maiores escândalos de corrupção do mundo para o ucraniano que “vendeu” o próprio País. Foi por pouco.
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