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01 de Setembro de 2015
O PDT prevê nova crise com o Planalto, diante da eventual fusão dos ministérios da Previdência e Trabalho, que a presidente Dilma deseja promover desde 2011, quando “faxinou” o então ministro Carlos Lupi. Os pedetistas não querem perder boquinha, ainda que inútil, porque afinal o ministro de fato é o secretário-geral da Presidência. Dá status. E também muita despesa: custará R$ 54,7 bilhões somente este ano.
A dificuldade do governo é que um novo Ministério do Trabalho e da Previdência seria areia demais para o caminhãozinho do PDT.
O desafio de Dilma é manter o PDT aliado. Além disso, Lula é contra a fusão. Ele acha o Ministério do Trabalho “emblemático” para o PT.
O orçamento do Ministério da Previdência, de R$ 450,6 bilhões, é oito vezes maior que o do Ministério do Trabalho.
Os ministérios do Trabalho e Previdência foram um só de 1960 a 1974 e entre 1990 e 1992. O País economizou e não vivia crise tão aguda.
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Ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa subscreve cada palavra das declarações do ministro Gilmar Mendes, que no fim de semana declarou que a corrupção se transformou em “método de governança do governo que está no poder”. Ministro do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar disse também que mensalão e “petrolão” são “irmãos gêmeos”.
A simpatia de Joaquim Barbosa pelas declarações de Gilmar Mendes ficou clara nas conversas com amigos e colegas advogados.
Referindo-se a Dilma, Gilmar também disse achar difícil aceitar que por sua “posição de responsabilidade” desconhecer “essas práticas”.
Gilmar Mendes desdenhou dos ataques que recebe do PT: “A gente se qualifica pelos amigos que tem e pelos inimigos que cria”…
Aliados pedem prudência a Eduardo Cunha, lembrando o “case” Renan Calheiros, que em 2007 submergiu e sobreviveu a 210 manchetes negativas seguidas, no Jornal Nacional. E Cunha continua beligerante.
O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) definiu como “vergonhosa” a aprovação da chamada PEC dos Cartórios: “Ela beneficia um grupo de poderosos donos de cartórios em detrimento dos concursados”.
Carlos Zarattini (PT-SP) chama atenção pelos chiliques, na CPI do BNDES. Ele segue a estratégia petista “nossos ladrões são melhores que os outros”, berrando contra as mutretas no metrô de São Paulo.
Na pindaíba, o Itamaraty quer ampliar a embaixada em Nova Délhi. Até mandou funcionária visitar obras do arquiteto que vai fazer o projeto. O aluguel da chancelaria e da residência custa hoje US$ 12 mil mensais.
O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, visitou o adoentado Joaquim Roriz e ao final indagou como fazer um bom governo. O ex-governador Roriz respondeu com dificuldade, mas de bate-pronto: “Ame Brasília”.
O marqueteiro brasileiro André Gustavo está à frente da campanha do primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho (PSD) à reeleição, em 4 de outubro. Ele lidera 25 profissionais portugueses e cinco brasileiros muito qualificados, incluindo Ricardo Melo e Ricardo Amado.
O PSDB embarcou de vez na onda dos protestos contra o governo Dilma. No site do partido, criou uma enquete perguntando “Como seria seu protesto na próxima manifestação?” A opção “Cadê o dinheiro que estava aqui? O PT roubou!” é a favorita, lidera com 14,8% dos votos.
Após perder a disputa pelo governo do Maranhão, o ex-senador Lobão Filho (PMDB) deve lançar sua mulher, Paulinha Lobão (PRTB) na disputa pela prefeitura da capital São Luís, em 2016.
A presidente Dilma reagiu com tranquilidade ao PIB negativo de 1,9%. É que finalmente apareceu um número pior que a sua rejeição.
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