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30 de Maio de 2016
A gigante Saudi Aramco, da Arábia Saudita, a maior petrolífera do mundo, produz um de cada oito barris de petróleo do planeta, está avaliada em R$ 6,5 trilhões e tem 65 mil funcionários. A Petrobras, que nem chega perto da Aramco em produção de petróleo, está avaliada no mercado em cerca de R$ 60 bilhões, se tanto, e paga salários a 249 mil pessoas, das quais 84 mil são concursadas e 165 mil terceirizadas.
A Shell, a Exxon e a British Petroleum, outras gigantes do petróleo, empregam juntas 262.000 pessoas, 13 mil a menos que a Petrobras.
Pedro Parente terá um baita desafio: a Petrobras opera 7 mil postos no mundo; a Shell tem 44 mil, mas lucra trinta vezes mais.
Mesmo depois cortar 30 mil funcionários e colocar mais 12 mil na fila da demissão voluntária, a Petrobras ainda tem 84 mil concursados.
Em 2014, antes do Petrolão, a Petrobras lucrou US$ 1 bilhão; a Shell, US$ 14 bilhões; a Exxon, US$ 32,5 bilhões e a BP, US$ 12,1 bilhões.
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Se não há mulheres no ministério de Michel Temer, no Judiciário elas vão chefiar os mais importantes tribunais do País, a partir de setembro: a ministra Cármen Lúcia será presidente do Supremo Tribunal Federal e a ministra Laurita Vaz vai presidir o Superior Tribunal de Justiça. Mas não é opção dos tribunais: esta é a vez de as ministras assumirem as presidências do STF e do STJ, observando o critério de revezamento.
Hoje, os cinco tribunais superiores têm em sua composição mulheres muito admiradas pelo saber jurídico.
Apesar da forte presença qualitativa, as mulheres ainda são apenas 18% na composição dos tribunais superiores.
Até o final de 2015, apenas cinco dos 27 Tribunais de Justiça nos Estados brasileiros tinham uma mulher no comando.
O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado usou tom irônico para se referir ao juiz federal Sérgio Moro, chamando-o de “artista”. Mas “artistas” mesmo são os ladrões que ele julga.
Emissários de Renan Calheiros têm jurado a veículos de comunicação que ele não indicou Sérgio Machado para a Transpetro, dizendo que a escolha foi “da bancada do PMDB”. Cujo líder era... Renan Calheiros.
Petistas contrários à mudança de status da antiga Controladoria Geral da União (CGU), agora Ministério da Transparência, espalham que uma “nova logomarca” custou R$ 10 milhões. Isso é tão verdadeiro quanto nota de 3 reais ou a alegação de “golpe” no impeachment.
O novo Ministério de Transparência preserva todas as prerrogativas da velha CGU e o novo ministro, Fabiano Silveira, ainda aumentou de 60 para 70 o número de municípios sorteados para serem auditados.
O chanceler José Serra ordenou levantamento de representações diplomáticas brasileiras a serem fechadas. Embaixadas na Ásia devem ser as mais afetadas, seguidas da África.
Ganhou padrão de primeiro mundo o novo salão de embarque internacional do terminal 2 do aeroporto do Galeão, no Rio. Já os banheiros e o sistema de som ainda estão no padrão Infraero.
Sobre a fusão entre as centrais sindicais UGT e Força Sindical, Ricardo Patah avisou: “É uma possiblidade de médio a longo prazo”. A ideia inicial é combinar ações conjuntas. Unificação, só no futuro.
A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) quer apressar em vinte dias a votação do impeachment de Dilma. O relator Antônio Anastasia (PSDB-MG) quer votar no dia 2 de agosto. Tebet diz que 90 dias bastam.
Após o procurador-geral Rodrigo Janot ficar sabendo a opinião de Renan sobre seu caráter, em quanto tempo o senador vai réu no STF?
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