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14 de Dezembro de 2017
A eventual confirmação da condenação Lula, com sua prisão imediata, vai acionar o esquema de monitoramento das forças de segurança, com o objetivo de frustrar qualquer tentativa de fuga do País. As providências são adotadas sempre que há um réu nessas condições, respondendo em liberdade a recurso de sentença que determina sua prisão. Mas a possibilidade de tumulto reforça os procedimentos.
Órgãos de inteligência mapearam rotas de fuga para países latino-americanos cujos governantes ofereceram refúgio a Lula.
O recurso de Lula será julgado por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, dia 24 de janeiro.
Lideranças petistas mobilizando filiados e sindicalistas para “invadir” e tocar o terror em Porto Alegre, para pressionar os magistrados.
Tanto Lula quanto seus advogados e adoradores insistem na estratégia pouco inteligente de desqualificar quem vai julgar o ex-presidente.
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Foram doze sessões, que duraram meses, que marcaram a fase final de negociação para devolver aos poupadores as perdas provocadas por vários planos econômicos. Era o maior litígio entre particulares da História do País. Mediadas pela ministra Grace Mendonça (Advocacia Geral da União), as negociações estabeleceram um pacto de silêncio que foi respeitado com rigor. Os bancos começaram propondo um multiplicador de 0,7 e os poupadores pediam 6,7. Fecharam em 4,5.

Grace, Murilo Portugal (presidente da Febraban) e o jurista Luiz Fernando Pereira, herói dos poupadores, participaram de todas as sessões da negociação.

A acordo só é benéfico para ações coletivas, ao contrário do que a AGU divulga. Nas ações individuais, o desconto é excessivo.
Os bancos a apresentara um número terrorista de R$150 bilhões, para impressionar os ministros do STF. O valor mal ultrapassa R$10 bilhões.
Depois que o acordo com os poupadores estava fechado, os bancos fizeram uma exigência nova: queriam a constitucionalidade dos planos declarada pelo STF, para blindá-los de outras questões. Não colou.
O plano de recuperação da Oi, proposto à Vara de Falências do Rio, entrega o controle a maior operadora de telefonia fixa do País a fundos abutres, entre eles Aurelius, que foi acusado de quebrar a Argentina. E ignora direitos básicos dos acionistas e dos 130 mil empregados.
Fissurado em internet, o senador Álvaro Dias passou um tempão procurando vídeo do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) denunciando corrupção nos governos do PT. Não encontrou.
Deputados como Silvio Torres (PSDB-SP) alegam que o recesso, “a partir do dia 17”, impede a votação da reforma da Previdência. O artigo 57 da Constituição é claro: deputados devem trabalhar até o dia 22.
O Wall Street Journal, de Nova York, noticiou ontem que o FBI agora investiga o escândalo de compra de votos que definiu o Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A investigação inclui, diz o jornal, “lucrativos meios de comunicação” e “direitos de comercialização”.
Mais uma vez, passou praticamente despercebida a data de 13 de dezembro, marcada pela edição do Ato Institucional nº 5, algo como a certidão de nascimento da ditadura militar no Brasil, em 1968.

Ex-chefe de departamento no Banco Central, onde era funcionário de carreira, e atualmente no Iasb, órgão com sede em Londres que define normas contábeis internacionais, Amaro Gomes, brasileiro do Piauí, recebeu ontem o Outstanding Alumni Award da Universidade de Lancaster. A solenidade, revestida de pompa e muito prestigiada, homenageia o ex-aluno que se destaca em sua profissão, inclusive internacionalmente.

Após esta coluna noticiar a invasão de ratos na Câmara dos Deputados, leitor sugeriu que a “polícia” legislativa, os seguranças da Casa, criem unidade felina nos moldes da polícia canina.
...sem a reforma da Previdência e com a lei orçamentária aprovada, o recesso do Legislativo começa hoje. Trabalho, só em fevereiro.
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