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25 de Abril de 2015
O homem investigado pela Polícia Federal por suspeita de terrorismo, Marcelo Bulhões dos Santos, que ontem foi alvo de mandado de busca e apreensão em Brasília, trabalhou no governo Lula, entre 2007 e 2010, nomeado por Dilma, que chefiava a Casa Civil e tinha essa prerrogativa. Na internet, há declarações de admiração de Marcelo por Dilma, de quem é fã. Até fez campanha para ela nas redes sociais.
Houve nervosismo no Planalto com a notícia do ex-funcionário suspeito de terrorismo. Chegou a negar que ele tivesse trabalhado com Dilma.
Dilma nomeou Marcelo Bulhões na coordenação-geral de Gestão de Informação Funcional da Casa Civil, e depois o promoveu a supervisor.
Marcelo Bulhões dos Santos, que depois se converteu ao islamismo, ganhou um cargo na secretaria de Portos e dois na Igualdade Racial.
A Polícia Federal vasculhou o apartamento na Asa Norte, que também é escritório de Bulhões, em Brasília, com auxílio do Grupo Antibomba.
Começou mal – com uma lorota – o Rede Sustentabilidade. O site oficial do futuro partido anunciou que o advogado Sepúlveda Pertence, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, ofereceu seus serviços para defender o registro partidário no Tribunal Superior Eleitoral. Não é verdade. Marina Silva é que o procurou em seu escritório no Lago Sul, em Brasília. No mais, afirma Pertence, “a notícia é inteiramente falsa”.
Pertence condicionou a continuação de tratativas para defender o Rede a uma conversa com o atual advogado do partido, Torquato Jardim.
O Rede informou que Pertence trabalharia de graça, mas, segundo a assessoria dele, ele e Marina “nem falaram sobre esse assunto”.
Na primeira tentativa, o Rede foi acusado de incluir assinaturas falsas para instruir seu pedido de registro, que acabou rejeitado no TSE.
A Itália deu uma lição ao Brasil, extraditando o corrupto transitado em julgado Henrique Pizzolato. Bem diferente do ex-presidente Lula, que acolheu e protegeu Cesare Battisti, terrorista italiano condenado duas vezes à prisão perpétua pelo assassinato covarde de quatro inocentes.
O Partido Comunista Italiano pagou o mico de apelar ao papa Francisco para interceder pela não extradição do “sindicalista” Henrique Pizzolato. A “carta aberta” é um amontoado de mentiras sobre o caso.
Aliado de Aécio Neves, o deputado Domingos Sávio (MG) destoa da bancada tucana da Câmara. Ele defende desdobramentos da Lava Jato e da CPI do BNDES para só então pedir o impeachment de Dilma.
Após longa pindaíba, quando faltou dinheiro para pagar alugueis e contas de água, luz e telefone, representações diplomáticas brasileiras no exterior começaram a receber o dinheiro que Dilma mantinha preso.
O ministro Pepe Vargas (Direitos Humanos) fez um pit-stop em um supermercado na Asa Norte, na noite de quinta (23). Nada de carrinho cheio: o ministro – que ninguém reconhece – usava só uma cestinha.
O seminário de formação política realizado pelos tucanos foi um verdadeiro fiasco. Em plena sexta-feira, não compareceu nem metade da bancada de deputados federais. Tampouco os senadores.
Portugal comemora neste sábado os 41 anos da Revolução dos Cravos, que libertou o país da ditadura salazarista. Desde então, os portugueses deixaram de ser motivo de piadas.
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) nega que o governo venha tentando melar a fusão do PTB-DEM. Ele, no entanto, é contra a união porque acredita que seu partido pode crescer com a crise do PT.
...ao devolver Henrique Pizzolato, a Itália deveria colar na testa do mensaleiro um bilhete para o PT: “toma, que o filho é teu!”
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