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26 de Julho de 2016
Levantamento do instituto Paraná Pesquisa mostrou uma leve melhora na avaliação geral do governo de Michel Temer (cresceu 2,7%), mas o Nordeste permanece a região mais crítica ao peemedebista: 53,9% o rejeitam. Em média, no restante do País, Temer tem rejeição de 52%. No Norte/Centro-Oeste, 51,5%; Sudeste, 53,4% e Sul, 45,2%. A maior parte dos indecisos são nordestinos: 10,5%. Na última avaliação de Dilma, em abril, em média 81,5% dos entrevistados a rejeitavam.
Em relação ao último levantamento, o governo teve uma pequena melhora na avaliação positiva: passou de 36,2% para 38,9%.
Entre aqueles que rejeitam o governo Michel Temer, o número diminuiu: em junho, 55,4% desaprovavam Temer, agora são 52%.
A pesquisa pediu notas de 1 a 10 para os Três Poderes: foi dado, em média, 4,6 para a Justiça, 4,2 para Temer e só 3,3 para o Congresso.
O Paraná Pesquisa entrevistou 2.020 eleitores, em 158 municípios de 24 estados brasileiros, entre 20 e 23 de julho. A margem de erro é 2%.
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A Câmara torrou R$ 22,92 milhões, no primeiro semestre de 2016, com a “divulgação da atividade parlamentar” dos deputados federais. Partido do deputado afastado Eduardo Cunha (RJ), o PMDB lidera os gastos com a divulgação de suas excelências: R$ 3,14 milhões. O PT aparece em segundo, com R$ 2,27 milhões. Ano passado, a Câmara gastou R$ 49,31 milhões para divulgar os trabalhos de seus deputados.
A grana é ressarcida via Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, a “verba indenizatória”, e serve para quase qualquer despesa.
Quem mais recebeu: César Halum (PRB-TO), R$ 181 mil, Tia Eron (PRB-BA), R$ 180 mil, e Alberto Fraga (DEM-DF), R$ 159 mil.
Os partidos que menos pediram reembolso na Câmara dos Deputados foram o PRP (R$ 26 mil), PSL (R$ 37 mil) e PEN (R$ 57 mil).
Desde a criação do Bolsa Família, em 2004, os gastos aumentaram todos os anos. Na gestão Temer é a primeira vez que o governo federal gasta menos que no ano anterior. Em 2015 foram R$ 27,6 bilhões, e este ano, se mantido o ritmo, serão R$ 22,4 bilhões até dezembro.
A defesa de Dilma Rousseff apresenta nesta terça-feira as alegações finais à comissão do impeachment no Senado. Para desespero petista, o cronograma votado pela comissão está sendo cumprido à risca.
Dilma nega caixa dois em sua campanha, mas os petistas acenderam o sinal de alerta. O marqueteiro João Santana é muito próximo da presidente afastada e o acordo de delação não perdoa mentiras.
A Lava Jato investiga se a Mônica Moura, mulher do marqueteiro dos petistas, João Santana, esconde informações sobre a cúpula do PT, sobretudo em relação ao ex-presidente Lula e à presidente afastada Dilma Rousseff. Os dois negociam acordos de delação.
“Mentir e usar dinheiro sujo para ganhar a eleição não se enquadra em respeito”, diz o deputado Onyz Lorenzoni (DEM-RS), sobre a desculpa de Dilma de “falta de respeito à lei” por causa do impeachment.
O casal João Santana e Mônica Moura teme o mesmo destino de Marcos Valério, o publicitário que levou a maior pena entre condenados do mensalão. Além da mais longa pena, foi “abandonado” pelo PT.
Em relação ao difícil momento vivido pela classe política, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) diz: “a Câmara com o seu carma (Eduardo Cunha); o Senado, com o seu (o impeachment de Dilma)”.
Marcos Rotta (PMDB-AM), que disputará a prefeitura de Manaus, está confiante: “Eu sou o único dos oito pré-candidatos que consegue derrotar o prefeito [Arthur Virgílio] no segundo turno”, diz o deputado.
…de todas as prisões de políticos e ex-políticos nos últimos anos, a de Eduardo Suplicy, ontem, foi a mais light.
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